Educação será o tema dos filmes de setembro no Cineclube UFGD

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Cena de Quando tudo começa

 

Em parceria com o projeto de extensão Educação pelo Cinema, a programação de setembro do Cineclube UFGD será voltada para o debate sobre processos educacionais na escola e na família e sobre o enfrentamento dos problemas sociais na comunidade onde está localizada.

 

Serão exibidos os filmes: Quando tudo começa (Bertrand Tavernier, 1999); Nenhum a menos (Zhang Yimou, 1999); Entre os muros da escola (Laurent Cantet, 2008) e Capitão Fantástico (Matt Ross, 2016). Envolvendo, portanto, produções francesas, chinesa e norte-americana.

 

A curadoria é do professor Alcimar Silva de Queiroz, da Faculdade de Educação da UFGD e coordenador do projeto de extensão Educação pelo Cinema. Ele será o debatedor de algumas das sessões do mês.

 

A primeira sessão será em 1º de setembro, com o drama francês Quando tudo começa, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). A trama focaliza a história do professor Daniel Lefebvre (Philippe Torreton), que ensina crianças em Hernaing, uma pequena cidade que sofre com o fechamento das minas de carvão e enfrenta uma taxa alarmante de 34% de desemprego. Daniel e os outros professores são aconselhados a não se envolver com os problemas crônicos da comunidade, mas é impossível para Daniel permanecer imune à miséria, à falta de assistentes sociais, à indiferença do governo e aos sérios problemas domésticos que suas crianças enfrentam.

 

Depois de um trágico incidente na escola, Lefebvre decide comandar uma campanha contra o governo local, reivindicando condições mínimas de vida e dignidade para a população. Além de dificuldades pessoais, como a doença do pai, um ex-mineiro que sofre de enfisema, ele irá enfrentar enormes dificuldades burocráticas e a maquinação das autoridades educacionais, que farão de tudo para colocar o professor na linha.

 

A sessão é aberta ao público e todos os interessados podem participar.

 

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SINOPSES DAS PRÓXIMAS SESSÕES

Nenhum a menos (Zhang Yimou, 1999) drama chinês

Sinopse: Quando o professor da escola primária de Shuiquan tem de se ausentar durante um mês, o presidente da pequena aldeia, Tian, apenas consegue encontrar uma adolescente de 13 anos, Wei Minzhi, para o substituir. O professor Gao adverte-a para que não permita que mais alunos abandonem a escola, garantindo-lhe o pagamento de 50 yuan e mais um pequeno extra se for bem sucedida. Minzhi, pouco mais velha que alguns dos seus alunos (do 1º ao 4º ano, na mesma classe), pouco mais pode fazer do que escrever texto no quadro e ensinar uma ou outra canção. Mal a jovem professora se estreia, uma pequena aluna é convidada a ingressar numa escola de esportes e, quase de imediato, Zhang Huike, um dos alunos mais difíceis de controlar nas aulas, é obrigado a ir trabalhar na cidade, pois vive só com a mãe, que está doente e imersa em dívidas. Wei recusa-se a perder outro aluno, e parte em busca do menino, na esperança de que quando o professor titular retornar, não encontre nenhum a menos.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=3hpyvBXrXoc

 

Entre os muros da escola (Laurent Cantet, 2008)

François e os demais amigos professores se preparam para enfrentar mais um novo ano letivo. Tudo seria normal se a escola não estive em um bairro cheio de conflitos. Os mestres têm boas intenções e desejo para oferecer uma boa educação aos seus alunos, mas por causa das diferenças culturais – microcosmo da França contemporânea – esses jovens podem acabar com todo o entusiasmo. François quer surpreender os jovens ensinando o sentido da ética, mas eles não parecem dispostos a aceitar os métodos propostos.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=9EAdkrVbzjU

 

 

Capitão Fantástico (Matt Ross, 2016) drama norte-americano

Em meio à floresta do Noroeste Pacífico, isolado da sociedade, Ben (Viggo Mortensen), um devoto pai, dedica sua vida a transformar seus seis jovens filhos em adultos extraordinários. Mas, quando uma tragédia atinge a família, eles são forçados a deixar seu paraíso e iniciar uma jornada pelo mundo exterior – um mundo que desafia a ideia do que realmente é ser pai e traz à tona tudo o que ele os ensinou.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=YgRo_taGWPg

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Jack Nicholson protagoniza filme que encerrará o mês do cachorro louco

 

Encerrando a programação do mês do cachorro louco, o projeto de extensão Cineclube UFGD apresentará o filme de terror Lobo (Mike Nichols, 1994), às 17h deste sábado (25), no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

O filme é estrelado por Jack Nicholson e Michelle Pfeiffer e venceu o Saturn Award como melhor roteiro. Conta a história do editor de revista Will Randall (Jack Nicholson) que foi despedido de seu emprego, ficando com o cargo o seu jovem protegido Stewart Swinton, que lhe traiu. Além de atingir Randall no trabalho, Swinton também havia tido um caso com a esposa dele. Mais tarde, dirigindo seu carro à noite, o completamente abalado Randall acaba passando por um estranho incidente, quando é mordido por um lobo. Ele não sabe a razão, mas depois disso ele começa a se sentir rejuvenescido, revitalizado e mais agressivo. Resolve então lutar para ter seu emprego de volta e quando consegue, se desforra de Swinton, despedindo-o. Mas suas mudanças não param por aí, e Randall percebe para seu horror que está se transformando num lobo. Ele acaba se envolvendo com a filha de seu patrão, a bonita Laura, que descobre o que se passa com ele e tenta ajudá-lo. Ao mesmo tempo, Swinton busca vingança e não deixará o casal em paz.

Jack Nicholson é ator, cineasta, produtor de cinema e roteirista norte-americano. Foi indicado ao Globo de Ouro sete vezes e ao Oscar doze vezes, sendo que ganhou o Oscar de melhor ator por duas: pelos filmes One Flew Over The Cuckoo’s Nest (Um estranho no ninho) de 1975, e As Good As It Gets (Melhor é impossível) de 1997. É um dos dois únicos atores que foi nomeado para um Oscar pela sua atuação em cada década desde os anos 1960 a 2000 (o outro é Michael Caine).

A sessão é aberta ao público e todos os sábados de agosto foram com filmes sobre lobisomens: “Um Lobisomem Americano em Londres” (dia 11) e “O Coronel e o Lobisomem” (18).

CINECLUBE
O Cineclube UFGD foi criado no início de 2009 por um grupo de servidores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) interessados em desenvolver o movimento cineclubista na Universidade. Atuando em Dourados (MS) desde então, o Cineclube faz exibições gratuitas e abertas ao público de filmes nacionais e internacionais todos os sábados à tarde, no cineauditório da Unidade 1.

 

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Cineclube UFGD exibirá “O Coronel e o Lobisomem” neste sábado

Dando continuidade a programação do mês do cachorro louco, o projeto de extensão Cineclube UFGD apresentará o filme brasileiro “O Coronel e o Lobisomem” (Maurício Farias, 2005), às 17h deste sábado (18), no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

A sessão é aberta ao público e todos os sábados de agosto serão com filmes de lobisomens. O primeiro foi “Um Lobisomem Americano em Londres”, dia 11, e o próximo será o filme Lobo (Mike Nichols, 1994), em 25 de agosto.
Em “O Coronel e o Lobisomem”, o coronel é Ponciano de Azeredo Furtado (Diogo Vilela) que herda as terras do pai, mas não consegue fazê-las produtivas. Ele luta contra seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Selton Mello), para manter sua herança, e tenta conquistar o coração de sua prima Esmeraldina (Ana Paula Arósio).

 

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Cineclube UFGD abre inscrições para o segundo semestre

O projeto de extensão Cineclube UFGD inscreve até 11 de agosto os interessados em participar das sessões de agosto a dezembro e receber certificado de atividade de extensão. Estudantes, servidores da universidade e também os membros da comunidade externa podem fazer a inscrição gratuitamente.

 

A programação para agosto celebra o mês do cachorro louco com a exibição de filmes marcantes sobre lobisomens. O primeiro será “Um Lobisomem Americano em Londres” (John Landis, 1981), neste sábado, 11 de agosto, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

David Kessler (David Naughton) e Jack Goodman (Griffin Dunne) são colegas de colégio, que vieram dos Estados Unidos para conhecer a Inglaterra. Pedindo carona nas estradas, eles chegam a uma pequena cidade. Lá vão ao bar, sendo friamente recepcionados pelos moradores locais. A situação piora ainda mais quando Jack pergunta o porquê do local ter velas e um pentágono na parede. Ao deixar o local, eles caminham por uma estrada deserta e enevoada. Logo percebem que um animal está cercando-os. Jack é então atacado por um enorme lobisomem, tendo seu corpo dilacerado. David foge, mas é também atacado. Ele fica apenas com cortes no rosto e nos ombros, o suficiente para que se transforme em um lobisomem.

 

Escrito e dirigido por John Landis, “Um Lobisomem Americano em Londres” é um filme britânico-estadunidense de 1981 dos gêneros horror e humor negro. Venceu o Oscar de melhor maquiagem e o prêmio Saturn Award, como melhor filme de horror de 1981. Depois de anos o filme continua com fãs, que o consideram um “cult” clássico.

 

Dando sequência à programação, em 18 de agosto será apresentado o filme brasileiro “O Coronel e o Lobisomem” (Maurício Farias, 2005) e em 25 de agosto o filme Lobo (Mike Nichols, 1994).

 

INSCRIÇÕES

Para inscrever-se basta enviar nome completo e telefone para o e-mail cineclube@ufgd.edu.br. O certificado será emitido para quem estiver nas sessões de 11 de agosto a 15 de dezembro, totalizando carga horária de 30 horas. A exibição e debate de filmes ocorrem sempre aos sábados, às 17h, no auditório da Unidade 1, localizada na Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso.

 

O período de inscrição é feito para conquistar pessoas que pretendem vir com maior frequência na programação. No entanto, qualquer pessoa pode participar das sessões esporadicamente, sem necessidade de inscrição, já que elas são abertas ao público.

 

O Cineclube busca ampliar a oferta de sala de cinema para a divulgação da produção local, nacional e latino-americana e é um projeto de extensão aberto a parcerias com outras entidades, organizações e movimentos com propósitos em comum.

 

 

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Curtas da ação Cineclubes Livres serão exibidos neste sábado

 

Em 14 de julho, sábado, o projeto de extensão Cineclube UFGD fará a exibição de seis curtas da 17ª Mostra do Filme Livre que fazem parte da ação independente Cineclubes Livres e foram produzidos em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. A sessão começa às 17h e será realizada no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). O evento é gratuito e aberto ao público.

 

 

A Sessão Curtas Livres apresentará: Historiografia (Amanda Pó, 2017, SP); Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ); CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 2017, BA);  A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 2017, RJ); A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 2017, MG) e; Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 2016, BA).
 

A 17ª Mostra do Filme Livre aconteceu nos meses de abril e maio em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. A partir dos filmes premiados na Mostra foi elaborada a curadoria para a ação Cineclubes Livres, com previsão de promover mais de 170 exibições em todo Brasil.

 
Em Dourados, o Cineclube UFGD inscreveu-se para ser exibidor de duas sessões, sendo que a primeira ocorreu no último sábado (07), com o longa “Fernando” (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 2017, RJ).

O Cineclube Livres é a maior ação cineclubista em voga no país, há 11 anos levando filmes livres para mais gente Brasil adentro. De acordo com a organização da17ª Mostra do Filme Livre, o desejo é de, mais uma vez, expandir o alcance desse cinema vivo, que emerge à margem das leis de incentivo e do capital especulativo, livres na forma, livres no conteúdo, livres para fazerem suas pequenas revoluções.

A programação segue as melhores tendências da MFL#2018 com sessões que representam muito bem a dinâmica e multiplicidade da atual produção de cinema livre. O projeto da Mostra do Filme Livre nasceu no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil até hoje é o patrocinador do evento.
 

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SINOPSES

SESSÃO CURTAS LIVRES – O melhor da Mostra do Filme Livre de 2018

Duração da sessão: 57 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

 

Filmes:

Historiografia (Amanda Pó, 4min, 2017, SP) *este filme é mudo

Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ)

Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.

CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 7min, 2017, BA) *premiado

“Ando por mistério, vivo por mistério […] Nosso corpo é uma máquina, ou cuida ou sabe como é né?” Entre memórias da boate e relatos de resistências cotidianas; Tikal, importante personalidade do Recôncavo da Bahia, dança e afronta as normas.

 

A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 6min, 2017, RJ) *menção honrosa

Dois amigos, e a necessidade de fazer um filme sobre o cotidiano violento da favela aonde vivem.

A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 15min, 2017, MG) *menção honrosa
Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo-MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

 

Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 20min, 2016, BA) *premiado

“Talaatay Nder”, significa em língua Wolof “Terça feira de Nder”, é uma homenagem poética para as mulheres de Nder, na região do Walo, Saint-Louis, Senegal. Em 1820, as Rainhas de Nder, lutaram e escolheram o suicídio coletivo para escapar à escravidão e preservar a sua liberdade e dignidade. A história de Nder continua viva e atualiza-se na modernidade.

UFGD participa da ação independente Cineclubes Livres

 

Como parte da 17ª Mostra do Filme Livre, realizada nos meses de abril e maio em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, agora começa a ação independente Cineclubes Livres, com mais de 170 exibições em todo Brasil, nos meses de julho e agosto.

Dourados (MS) participa do evento com sessões no Cineclube UFGD, dias 07 e 14 de julho, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). Todos os interessados podem participar.

Serão exibidos gratuitamente filmes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais, distribuídos em duas sessões: Sessão Longa Livre e Sessão Curtas Livres. A Sessão Longa Livre será neste sábado (07), às 17h, com o filme “Fernando” (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 2017, RJ). Já a Sessão Curtas Livres será dia 14 de julho, com seis curtas: Historiografia (Amanda Pó, 2017, SP); Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ); CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 2017, BA);  A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 2017, RJ); A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 2017, MG) e; Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 2016, BA).

O Cineclube Livres é a maior ação cineclubista em voga no país, há 11 anos levando filmes livres para mais gente Brasil adentro. De acordo com a organização da17ª Mostra do Filme Livre, o desejo é de, mais uma vez, expandir o alcance desse cinema vivo, que emerge à margem das leis de incentivo e do capital especulativo, livres na forma, livres no conteúdo, livres para fazerem suas pequenas revoluções.

A programação segue as melhores tendências da MFL#2018 com sessões que representam muito bem a dinâmica e multiplicidade da atual produção de cinema livre. O projeto da Mostra do Filme Livre nasceu no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil até hoje é o patrocinador do evento.
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SINOPSES

SESSÃO CURTAS LIVRES – O melhor da Mostra do Filme Livre de 2018

Duração da sessão: 57 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

 

Filmes:

Historiografia (Amanda Pó, 4min, 2017, SP) *este filme é mudo
Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ)

Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.
CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 7min, 2017, BA) *premiado

“Ando por mistério, vivo por mistério […] Nosso corpo é uma máquina, ou cuida ou sabe como é né?” Entre memórias da boate e relatos de resistências cotidianas; Tikal, importante personalidade do Recôncavo da Bahia, dança e afronta as normas.

 

A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 6min, 2017, RJ) *menção honrosa

Dois amigos, e a necessidade de fazer um filme sobre o cotidiano violento da favela aonde vivem.
A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 15min, 2017, MG) *menção honrosa
Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo-MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

 

Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 20min, 2016, BA) *premiado

“Talaatay Nder”, significa em língua Wolof “Terça feira de Nder”, é uma homenagem poética para as mulheres de Nder, na região do Walo, Saint-Louis, Senegal. Em 1820, as Rainhas de Nder, lutaram e escolheram o suicídio coletivo para escapar à escravidão e preservar a sua liberdade e dignidade. A história de Nder continua viva e atualiza-se na modernidade.

 

SESSÃO LONGA LIVRE – Um longa, uma sessão e nada mais será o mesmo

Classificação indicativa: LIVRE

Fernando (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 71min, 2017, RJ)

O filme revela a vida de um professor-artista com 74 anos no Brasil hoje. Fernando é provocado a interpretar a própria vida, mesclando realidade e ficção. Diante de um grave problema de saúde, ele segue uma rotina preenchida de projetos e desejos na arte. “Firmemente ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo de explorar as fronteiras entre as construções documentais e ficcionais de cena, o filme permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar. Essa construção em espelhos é que dá ao filme um caráter único e diferente nesse contexto de produção e investigação audiovisual, atingindo momentos profundamente comoventes numa carta de amor ao ofício do ator” (Festival Internacional Olhar de Cinema 2017 – Curitiba).

 

Cineclube UFGD exibirá Madame Satã no dia da Parada LGBT+

 

MADAME SATA LAZARO RAMOS

No próximo dia 30 de junho, dia da Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados, o projeto de extensão Cineclube UFGD exibirá o filme Madame Satã (2001), estrelado por Lázaro Ramos, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). A entrada é gratuita.

Em Madame Satã, o cineasta Karim Aïnouz equilibra crueza e plenitude de estilo visual com uma visão “neomacunaímesca” no retrato de um personagem real. João Francisco dos Santos, artista transformista e criminoso conhecido como Madame Satã, foi uma figura singular da marginália carioca nos anos 1930.

“Eu sou filho de Iansã e Ogum, e de Josephine Baker eu sou devoto”, diz este frequentador da boemia da Lapa, entre golpes e mortes. O temperamento explosivo de Madame Satã constrói, pela destruição, uma vida emblemática, em atos movidos sem mesura por instinto e paixão. A câmera de Aïnouz age como um personagem dos ambientes fazendo o público participar intimamente da vida do protagonista, não apenas retratando a distância, mas se integrando à sua própria vida.

Madame Satã teve 35 indicações a prêmios e venceu em 21 ocasiões. No Grande Prêmio BR do Cinema Brasileiro do ano de 2003, por exemplo, foi vencedor nas categorias de Melhor Ator (Lázaro Ramos), Melhor Atriz (Marcélia Cartaxo), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Maquiagem.
O filme não é recomendado para menores de 16 anos.

 

Confira o trailer em https://www.youtube.com/watch?v=U2oqh0DqCas

 

PARADA DO ORGULHO LGBT+

A Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados ocorrerá em 30 de junho, com concentração a partir das 14h30, na Praça Antônio João. A UFGD participa da organização da programação da Parada por meio da 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema e de seu Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual (NEDGS). O núcleo colabora com apoio logístico, participação de Ligas Acadêmicas, textos de conscientização e esclarecimentos sobre questões de gênero e diversidade sexual para publicação em jornais e mídias sociais, dentre outros.

 

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2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema faz exibição e debate de filmes até dia 29

 

Prossegue nesta semana a programação da 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema, com exibições de filmes e debates, no IFMS e na UFGD.  Todos os interessados podem participar.

Para quinta-feira, às 15h30, o público poderá conferir o terceiro episódio da série Natasha, o curta “In a heartbeat” e o longa “Com amor, Simon” (Greg Berlanti, EUA, 2018), no IFMS – Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (R. Filinto Müeller, 1790 – Canaã I).

Fechando a 2ª Mostra serão exibidos e debatidos o curta “Conexões Perdidas” (Albano Pimenta, Brasil, 2015) e longa “O Reino de Deus” (Francis Lee, Reino Unido, 2017), na sexta-feira (29), às 19h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

O evento começou em 22 de junho e a curadoria da Mostra é do professor Alcimar Queiroz, da Faculdade de Educação da UFGD. Ele também é o coordenador do projeto de extensão que viabiliza o evento.

O objetivo é proporcionar à comunidade da região de Dourados o contato com a produção cinematográfica na área temática– lésbica, gay, transexual/transgênero/travesti, intersexual, queer/questionadora e outras mais – além da participação das palestras com acadêmicos e pesquisadores interessados nos assuntos correlatos ao Estudo de Gênero e Sexualidade.

A iniciativa faz parte da programação que antecede a Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados que ocorrerá em 30 de junho, com concentração a partir das 14h30, na Praça Antônio João.

A UFGD participa da organização da programação da Parada por meio da 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema e de seu Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual (NEDGS). O núcleo colabora com apoio logístico, participação de Ligas Acadêmicas, textos de conscientização e esclarecimentos sobre questões de gênero e diversidade sexual para publicação em jornais e mídias sociais, dentre outros.
CONTATOS
Alcimar Queiroz: asqz.ufgd@gmail.com
Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados: https://www.facebook.com/lgbtdourados/
Acompanhem o evento da 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema: https://www.facebook.com/events/222006495259898/

SINOPSES
NATASHA – Brasil, 2017. (26 min) – Direção: Thiago Rotta – Roteiro: Antony Magalhães.
Sinopse: Após o assassinato de uma travesti em uma cidade do interior, três amigas decidem, como homenagem, se aventurar em uma viagem até o estado vizinho para participar de um concurso de Drag Queens que ela participaria. Em uma Kombi e com uma motorista lésbica, elas atravessam o estado enfrentando as dificuldades de se pegar estrada sem dinheiro e sem saber o que as espera. Em uma jornada de autoconhecimento elas são obrigadas a lidar com o preconceito e falta de conhecimento da sociedade.
Informações: www.facebook.com/serienatasha
CONEXÕES PERDIDAS – Brasil, 2015. (16 min) – Direção: Albano Pimenta – Roteiro: Vinnie Oliveira e Albano Pimenta.
Sinopse: Tadeu é um rapaz tranquilo, que vê sua rotina mudar de rumo com a chegada de Yan, que é amigo de sua melhor amiga Diana. E nesta rede de amizades que se cruzam, Tadeu transita entre novas descobertas, paixões que iniciam de surpresa e seus rompimentos abruptos nem sempre irremediáveis. Um curta sobre a magia do encontro e as conexões que por acaso acabam perdidas.

 

IN A HEARTBEAT (In a heartbeat) – EUA, 2017. (4 min) – Direção: Esteban Bravo, Beth David

Sinopse: Um garoto no armário corre o risco de ser denunciado por seu próprio coração, que sai de seu peito em busca do garoto de seus sonhos. (Fonte: Site do Mixbrasil)

 

COM AMOR, SIMON (Love Simon) – EUA, 2018. (1h 50m) – Direção: Greg Berlanti

Sinopse: Aos 17 anos, Simon Spier aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: nunca revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de escola, anônimo, com quem troca confidências diariamente via internet. (Fonte: Site Adoro Cinema)

 

O REINO DE DEUS (God’s own Country) – Reino Unido, 2017. (1h 44m) – Direção: Francis Lee

Sinopse: Primavera em Yorkshire, no Reino Unido: um jovem fazendeiro de ovelhas prefere se isolar e entorpecer suas frustrações diárias com bebedeiras e sexo casual. Porém, a chegada de um trabalhador migrante romeno, empregado para a estação de parto, acende uma relação intensa que coloca o rapaz em um novo caminho. (Fonte: Site Adoro Cinema)

Abertura da 2ª Mostra LGBTIQ+de Cinema será nesta sexta-feira

 

De 22 a 29 de junho será realizada a 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema, com exibições de filmes e debates sobre eles, em vários locais de Dourados. Para a abertura, às 19h desta sexta-feira, será exibido o 1º episódio da série Natasha (Thiago Rotta, 2017), seguido por debate com os diretores e elenco, e também o curta O corpo que habito (Junior Santos, 2015), no Teatro Municipal.

 

Já no sábado, às 16h, a sessão será no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso) com o 2º episódio da série Natasha e o longa Me chame pelo seu nome (Luca Guadagnino, 2017).

 

A programação do final de semana se completa no domingo, às 18h, na Casa dos Ventos (Rua Olinda Pires de Almeida, 3090, Vila Esperança), com o 3º episódio de Natasha e os curtas Conexões Perdidas (Albano Pimenta, 2015) e Thelma (Joachim Trier, 2017).

 

Os debates e exibição de filmes prosseguem até dia 29 de junho. A curadoria da Mostra é do professor da Faculdade de Educação da UFGD, Alcimar Queiroz, que também é o coordenador do projeto de extensão que viabiliza o evento.

 

O objetivo é proporcionar a comunidade da região de Dourados o contato com a produção cinematográfica na área temática– lésbica, gay, transexual/transgênero/travesti, intersexual, queer/questionadora e outras mais – além da participação das palestras com acadêmicos e pesquisadores interessados nos assuntos correlatos ao Estudo de Gênero e Sexualidade.

 

A iniciativa faz parte da programação que antecede a Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados que ocorrerá em 30 de junho, com concentração a partir das 14h30, na Praça Antônio João. Além da Mostra, serão realizados outros eventos como a Oficina de Cartazes hoje (19), às 15h, na Praça Antônio João e o debate “LGBTIQA+ nos espaços políticos”, em 25 de junho, às 16h, no Auditório 2 da FADIR (Rua Quintino Bocaiúva, nº 2.100, Jardim da Figueira).

 

A UFGD participa da organização da programação da Parada por meio da 2ª Mostra LGBTIQ+ de Cinema e também por meio do Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual da (NEDGS) que está colaborando com apoio logístico, participação de Ligas Acadêmicas, textos de conscientização e esclarecimentos sobre questões de gênero e diversidade sexual para publicação em jornais e mídias sociais, dentre outros.

 

CONTATOS

Alcimar Queiroz: asqz.ufgd@gmail.com

Parada do Orgulho LGBT+ de Dourados: https://www.facebook.com/lgbtdourados/

NEDGS:  https://portal.ufgd.edu.br/setor/nedgs/index

 

 

SINOPSES

NATASHA – Brasil, 2017. (26 min) – Direção: Thiago Rotta – Roteiro: Antony Magalhães.

Sinopse: Após o assassinato de uma travesti em uma cidade do interior, três amigas decidem, como homenagem, se aventurar em uma viagem até o estado vizinho para participar de um concurso de Drag Queens que ela participaria. Em uma Kombi e com uma motorista lésbica, elas atravessam o estado enfrentando as dificuldades de se pegar estrada sem dinheiro e sem saber o que as espera. Em uma jornada de autoconhecimento elas são obrigadas a lidar com o preconceito e falta de conhecimento da sociedade.

Informações: www.facebook.com/serienatasha

 

O CORPO QUE HABITO – Brasil, 2015. (15 min) – Direção: Junior Santos – Roteiro: Jady Mota e Junior Santos.

Sinopse: Descontruir os muros do preconceito, aproximando a sociedade da verdade sobre o corpo trans. Partindo do princípio de mostrar histórias reais, a peça audiovisual levanta temáticas importantes como: questão de gênero, transfobia, comércio sexual entre outros.

 

 

ME CHAME PELO SEU NOME (Call me by your name) – França, Itália, EUA, Brasil, 2017. (2h 12m) – Direção: Luca Guadagnino.

Sinopse: O sensível e único filho de uma família americana com ascendência italiana e francesa, Elio, está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem da Riviera italiana. Mas tudo muda quando chega Oliver, um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai. (Fonte: Site Adoro Cinema)

 

 

CONEXÕES PERDIDAS – Brasil, 2015. (16 min) – Direção: Albano Pimenta – Roteiro: Vinnie Oliveira e Albano Pimenta.

Sinopse: Tadeu é um rapaz tranquilo, que vê sua rotina mudar de rumo com a chegada de Yan, que é amigo de sua melhor amiga Diana. E nesta rede de amizades que se cruzam, Tadeu transita entre novas descobertas, paixões que iniciam de surpresa e seus rompimentos abruptos nem sempre irremediáveis. Um curta sobre a magia do encontro e as conexões que por acaso acabam perdidas.

 

THELMA – Noruega, França, Dinamarca, Suécia, 2017. (1h 56m) – Direção: Joachim Trier.

Sinopse: Depois de se mudar para Oslo para estudar, Thelma passa pelos momentos mais estranhos de sua vida. Ela descobre que possui uma energia incontrolável que afeta não só sua vida, mas o universo ao redor, e se vê perdidamente apaixonada por uma colega. (Fonte: Site Adoro Cinema)

Cineclube UFGD exibirá filme sobre José Saramago e Pilar del Rio

joseepilar

 

Ainda em clima de Dia dos Namorados, o projeto de extensão Cineclube UFGD apresentará às 17h, deste sábado (16), o filme de Miguel Gonçalves Mendes, intitulado “José e Pilar – Os dias de José Saramago e Pilar del Rio”, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

O filme mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, Joé e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo ou, pelo menos, em torná-lo melhor. José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que gênio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”.

 

O filme foi o vencedor do prêmio do público na 34ª Mostra Internacional de São Paulo e todos os interessados podem participar da sessão gratuitamente.

 

Contatos

https://cineufgd.wordpress.com/
https://www.facebook.com/cineclubeufgd/