Cineclube UFGD celebra o Dia do Músico em novembro

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O Dia do Músico é comemorado em 22 de novembro e por isso, o projeto de extensão Cineclube UFGD exibirá dois filmes com essa temática, “Whiplash: Em Busca da Perfeição” (Damien Chazelle, 2015) e “Singles” (Cameron Crowe,1992), nos dias 10 e 24 de novembro. As sessões são abertas ao público e acontecem a partir das 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

Em Whiplash, o jovem músico Andrew Neiman batalha para ser o melhor baterista de jazz de sua geração. Para isso, acaba sofrendo nas mãos de um exigente mestre do jazz, o professor Terence Fletcher, que ultrapassa os limites, levando Andrew a transformar seu sonho em obsessão e colocar em risco sua saúde física e mental. O filme recebeu o Oscar de melhor ator secundário (J. K. Simmons), melhor montagem (Tom Cross), melhor mixagem de som (Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley).

 

Já Singles, que será exibido em 24 de novembro, é uma comédia romântica gira em torno de Janet, uma garçonete cafona bajulando Cliff, um aspirante, embora um pouco distante, músico de rock grunge da banda fictícia de grunge/rock Citizen Dick (que conta com membros do Pearl Jam), Linda Powell e Steve Dunne, um casal hesitando em se comprometer um com o outro, e Debbie Hunt, que está tentando encontrar o homem certo – um homem que faria um parceiro ideal romântico – fazendo um vídeo para expressar seu desejo. Os eventos do filme são ambientados no cenário do movimento grunge do início dos anos 90 em Seattle e apresentam aparições de vários músicos proeminentes nesse movimento.

 

Esse filme se destaca pela trilha sonora, lançada pela Epic Records e que se tornou um best seller três meses antes do lançamento do filme. A trilha incluía músicas de bandas importantes da cena musical de Seattle da época, como Alice in Chains, Pearl Jam, Soundgarden, sendo que Pearl Jam tocou duas músicas inéditas na trilha sonora: “Breath” e “State of Love and Trust”.

 

Confira o trailer de Whiplash:

https://www.youtube.com/watch?v=iTgk3WbTErk

 

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Fonte: Assessoria de Comunicação Social da UFGD com informações da Wikipedia

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Cineclube UFGD sediará o Dia Internacional da Animação

 

A programação de sábado (27) do projeto de extensão Cineclube UFGD será com os filmes do Dia Internacional da Animação – mostra de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais. A sessão é aberta para maiores de 12 anos, gratuita e acontecerá às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

O Dia Internacional da Animação é celebrado em 28 de outubro relembrando a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo, quando Charles-Émile Reynaud exibiu o filme Pauvre Pierrot, em 28 de outubro de 1892.

 

Em 2018 ele será comemorado em centenas de cidades de todos os estados do Brasil mais o Distrito Federal, nos dias 26, 27 e 28 de outubro, antecipando os dias de exibição para além do domingo, por conta da apuração do segundo turno das eleições.

 

Desde 2004, a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), realiza o Dia Internacional da Animação (DIA), que é o maior evento de exibição simultânea do país. A comemoração também acontece em dezenas de países, tais como, EUA, França, Portugal Coreia do Sul, Egito, Austrália, Japão, entre outros, celebrando a data em que ocorreu a primeira exibição de imagens animadas no mundo.

 

Em meio a inúmeros títulos, já foram exibidos os curtas Guida (Rosana Urbes), Viagem na chuva (Wesley Rodrigues), Dossiê RêBordosa (Cesar Cabral), O projeto do meu pai (Rosaria). Neste ano, um dos destaques é o curta Torre, dirigido por Nádia Mangolini e premiado no Festival de Cinema de Gramado com os Kikitos de “Melhor filme do público”, “Melhor filme pela crítica” e “Melhor direção de arte pelo júri oficial”.

 

DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO

O evento gera a integração cultural em todas as regiões do país, mobilizando diversas comunidades e facilitando a inclusão e o acesso da população à cultura. Uma das grandes características do Dia Internacional da Animação é a exibição de filmes não só nos grandes centros, como também em muitas cidades do interior do Brasil que não tem salas de cinema.

 

 

 

Nos últimos anos, houve algo próximo de 100 mil espectadores, porém, essa é uma conta que não tem como ser exata, uma vez que acontece de forma absolutamente gratuita e em lugares alternativos e acessíveis, como escolas e praças públicas. Em se tratando de financiamento, o projeto é viabilizado através de leis de incentivo por meio de editais do Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual via Fundo Nacional da Cultura.

Mais informações: www.diadanimacao.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/diainternacionaldanimacao

Instagram: https://www.instagram.com/diadanimacao/

Vinheta: https://www.youtube.com/watch?v=xevmYohqD2U&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/embed/xevmYohqD2U

 

SINOPSES DOS FILMES

MOSTRA NACIONAL

Piconzé – Dir. Ype Nakashima – 01 min (trecho do longa metragem) – 2D – 1972

Desde 2013, exibimos no início da Mostra Nacional um filme que faz parte da história da animação brasileira. Nos 15 anos do DIA, a curadoria escolheu um trecho de Piconzé – primeiro longa-metragem colorido de animação produzido no Brasil, lançado em 1972.

SINOPSE: No pequeno vilarejo conhecido como Vila do Vale Verde vivem três grandes amigos: o jovem Piconzé, o papagaio Papo e o porco Chicão. Os três levam uma vida pacata e sossegada na pequena comunidade onde moram, mas, certo dia, tudo muda: Bigodão, um famoso bandido da região, ataca a cidadezinha e sequestra Maria, namorada de Piconzé, forçando os três amigos a partir em uma aventura cheia de perigos e emoções para resgatar a moça e derrotar Bigodão.

 

O Homem na Caixa – Dir. Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr –  19 min – Animação 2D no Computador

SINOPSE: Preso há décadas em uma prisão de segurança máxima, um velho mágico-escapista tenta reviver os seus dias de glória, colocando em prática um plano de fuga perfeito, mas também muito arriscado.

O Homem na Caixa, foi o grande vencedor do Anima Mundi, sendo premiado como Melhor Animação Brasileira no Rio de Janeiro e em São Paulo.

 

Millie – Dir. Israel Dilean – 05 min 11 seg – 2D Digital e 3D Digital 

SINOPSE: Um monstro nascido da briga de um casal entra no quarto da filha deles para atacá-la mas seu urso de pelúcia faz o que pode para protegê-la.

 

Insone – Dir. Débora Pinto e Breno Guerreiro – 2min 19seg – Animação 2D digital full 

SINOPSE: Dois irmãos estão brincando em seu quarto usando diferentes roupas e itens imaginários numa luta interminável que transcende tempo e passa de mundo em mundo.

 

Trip – Dir. Péricles Ianuch – 2min 44seg – 2D 

SINOPSE:  Um rapaz entediado tem uma viagem que vai mudar sua vida.

 

La Loba – Dir. Julia de Macedo Nicolescu – 03min  09seg – 2D Tradicional (digital) e cut-out

SINOPSE: Em meio a um deserto escaldante, uma velha xamã se prepara para um misterioso ritual recolhendo ossadas. Baseado no conto de Clarissa Pinkola Estés.

 

8 Patas – Dir. Fabrício Eduardo Rabachim, Gabriel Barbosa, Pietro Leonardo Nichelatti Nicolodi – 02min 25seg – Computação Gráfica 

SINOPSE:Ao receber uma visita inesperada, Beatriz se vê dentro de seu pior pesadelo. A aparição de uma pequena aranha transforma o conforto de seu lar em uma sucessão de desventuras, que provará que o maior perigo a enfrentar é o seu próprio medo.

 

Um Conselho Animador – Dir. Thiago Calçado – 37 seg– 2D – Uberaba-MG 

SINOPSE: Um conselho para meu filhos.

 

Torre – Dir. Nádia Mangolini – 18 min – 2D, Lápis sobre papel, Tnta sobre papel

SINOPSE: Quatro irmãos, filhos de Virgílio Gomes da Silva, o primeiro desaparecido político da ditadura militar brasileira, relatam suas infâncias durante o regime.

 

MOSTRA INTERNACIONAL

Los Aeronautas – Dir. León Fernández – 11 min – Stop Motion – México

SINOPSE: Em meio ao deserto, uma tribo sobrevive com o pouco que dá na terra. Soo’goh, o mais débil do clã, tentará vencer os obstáculos para chegar aos pomares do paraíso que todos desejam.

 

Luminaris – Dir. Juan Pablo Zaramella – 06 min – Stop Motion / Pixilation – 2011 – Argentina  

SINOPSE: Num mundo onde a luz reina e marca o ritmo da vida, um homem comum tem um plano que pode mudar o rumo das coisas.

CURIOSIDADE:  Luminaris recebeu 300 prêmios internacionais, dentre eles os prêmios de público e crítica, no Festival de Annecy 2011 (França); o de Melhor Animação, no Anima Mundi 2011 (Brasil), e foi uma das dez produções animadas incluídas na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (EUA), o que a habilitou a ser indicada ao Oscar de 2012.

 

High Wool – Dir. Nikolai Maderthoner e Moritz Mugler 03 min – Stop Motion – 2013 – Alemanha  

SINOPSE: Um duelo em uma cidade feita de cordas.

 

El Empleo – Dir. Santiago ‘Bou’ Grasso – 06 min – 2D – 2008– Argentina

SINOPSE: Um homem faz seu trajeto habitual até trabalho, imerso em um mundo onde o uso de personas é algo cotidiano.

 

Serio – Dir. Ana Gusson – 03 min 22 seg – 2D – 2016 – Canadá/Brasil 

SINOPSE: Em uma pequena cidade, Felicio cria sua família e trabalha como um sapateiro tradicional, sempre muito sério. Um dia, Guri, seu filho mais novo, quebra sua rotina de trabalho e juntos descobrem uma paixão em comum e um jeito mais leve de ver a vida.

 

60 Segundos de Oscuridad – Dir. Pablo Conde – 04 min – 2D– 2018 – Argentina 

SINOPSE: Uma nevada misteriosa, uma cidade visitada pela Morte. A loucura e os limites do suportável trazem suas consequências de mãos dadas com o desespero.

60 Segundos de Oscuridad é uma homenagem à história em quadrinhos argentino “El Eternauta”, de Héctor Germán Oesterheld e Francisco Solano López. É uma adaptação de um fragmento do trabalho, interpretado a partir da linguagem da animação.

 

The short story of a fox and a mouse – Dir. Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger – 06 min 14 seg – 3D– 2015 – França

SINOPSE: Uma raposa solitária caça um rato e o seu relacionamento muda quando duas corujas interferem na caçada.

 

Inercia – Dir. Becho Lo Bianco e Mariano Bergara – 04 min – Stop Motion – 2012 – Argentina

SINOPSE: A inércia é a força que faz com que todas as coisas se mantenham no estado em que se encontram. É a resistência a mudança. A inércia afeta todas as coisas, incluindo as pessoas.

 

Last Call – Dir. Sara Barbas – 12 min – 2D – Inglaterra/Portugal 

SINOPSE: Catarina (uma gata) encontra sua velha paixão, Diogo (um cão) na fila para a inspeção das bagagens no aeroporto. A conversa entre os dois acaba se tornando constrangedora. Eles são interrompidos por pequenos acidentes resultantes das medidas de segurança do embarque, enquanto percebem um enorme erro do passado.

 

Cineclube UFGD convida para assistir ao filme Mulher Maravilha neste sábado

A sessão será seguida por debate sobre representatividade na cinematografia de super-heróis

 

O projeto de extensão Cineclube UFGD exibirá às 17h deste sábado (20), o filme Mulher Maravilha (Patty Jenkins, 2017), no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). Todos os interessados podem participar e a sessão é gratuita.

 

Logo após a exibição do filme será realizado o debate sobre pluralidade e representatividade na cinematografia de super-heróis, coordenado por Renata Lins que é feminista e amante do Universo Comics, tem 22 anos e estuda Engenharia Mecânica na UFGD.

 

Mulher Maravilha tem foco no protagonismo feminino, celebra o fantástico através do cenário mitológico e trata do amor entre as pessoas e também do amor altruísta pela humanidade. No filme, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando na Primeira Guerra Mundial, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

 

Também como parte da programação de outubro, o Cineclube apresentou em 06 de outubro o filme Pantera Negra (Ryan Coogler, 2018).

 

Confira o trailer em: https://www.youtube.com/watch?v=I6Gj8Fvukk4

 

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Outubro será o mês dos super-heróis no Cineclube UFGD

Pluralidade e representatividade serão abordados por meio dos filmes Pantera Negra e Mulher-Maravilha

 

Agradando tanto os fãs da Marvel quanto da DC Comics, o Cineclube UFGD exibirá Pantera Negra (Ryan Coogler, 2018) e Mulher Maravilha (Patty Jenkins, 2017) para debater pluralidade e representatividade na cinematografia de super-heróis.

 

Haverá debate após a apresentação dos filmes e todos os interessados podem participar. As sessões serão nos dias 06 e 20 de outubro, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

Pantera Negra traz um super-herói negro, o equilíbrio entre tradição e modernidade e também mulheres com posição de destaque na estrutura de poder. Enquanto que Mulher-Maravilha tem foco no protagonismo feminino, celebra o fantástico através do cenário mitológico e trata do amor entre as pessoas e também do amor altruísta pela humanidade.

 

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SINOPSES

PANTERA NEGRA

Após a morte do rei T’Chaka (John Kani), o príncipe T’Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T’Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Letitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong’o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás.

Confira o trailer em: https://www.youtube.com/watch?v=WyUGWJByQZU

 

MULHER MARAVILHA

Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando na Primeira Guerra Mundial, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

 

Confira o trailer em: https://www.youtube.com/watch?v=I6Gj8Fvukk4

 

Educação será o tema dos filmes de setembro no Cineclube UFGD

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Cena de Quando tudo começa

 

Em parceria com o projeto de extensão Educação pelo Cinema, a programação de setembro do Cineclube UFGD será voltada para o debate sobre processos educacionais na escola e na família e sobre o enfrentamento dos problemas sociais na comunidade onde está localizada.

 

Serão exibidos os filmes: Quando tudo começa (Bertrand Tavernier, 1999); Nenhum a menos (Zhang Yimou, 1999); Entre os muros da escola (Laurent Cantet, 2008) e Capitão Fantástico (Matt Ross, 2016). Envolvendo, portanto, produções francesas, chinesa e norte-americana.

 

A curadoria é do professor Alcimar Silva de Queiroz, da Faculdade de Educação da UFGD e coordenador do projeto de extensão Educação pelo Cinema. Ele será o debatedor de algumas das sessões do mês.

 

A primeira sessão será em 1º de setembro, com o drama francês Quando tudo começa, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). A trama focaliza a história do professor Daniel Lefebvre (Philippe Torreton), que ensina crianças em Hernaing, uma pequena cidade que sofre com o fechamento das minas de carvão e enfrenta uma taxa alarmante de 34% de desemprego. Daniel e os outros professores são aconselhados a não se envolver com os problemas crônicos da comunidade, mas é impossível para Daniel permanecer imune à miséria, à falta de assistentes sociais, à indiferença do governo e aos sérios problemas domésticos que suas crianças enfrentam.

 

Depois de um trágico incidente na escola, Lefebvre decide comandar uma campanha contra o governo local, reivindicando condições mínimas de vida e dignidade para a população. Além de dificuldades pessoais, como a doença do pai, um ex-mineiro que sofre de enfisema, ele irá enfrentar enormes dificuldades burocráticas e a maquinação das autoridades educacionais, que farão de tudo para colocar o professor na linha.

 

A sessão é aberta ao público e todos os interessados podem participar.

 

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SINOPSES DAS PRÓXIMAS SESSÕES

Nenhum a menos (Zhang Yimou, 1999) drama chinês

Sinopse: Quando o professor da escola primária de Shuiquan tem de se ausentar durante um mês, o presidente da pequena aldeia, Tian, apenas consegue encontrar uma adolescente de 13 anos, Wei Minzhi, para o substituir. O professor Gao adverte-a para que não permita que mais alunos abandonem a escola, garantindo-lhe o pagamento de 50 yuan e mais um pequeno extra se for bem sucedida. Minzhi, pouco mais velha que alguns dos seus alunos (do 1º ao 4º ano, na mesma classe), pouco mais pode fazer do que escrever texto no quadro e ensinar uma ou outra canção. Mal a jovem professora se estreia, uma pequena aluna é convidada a ingressar numa escola de esportes e, quase de imediato, Zhang Huike, um dos alunos mais difíceis de controlar nas aulas, é obrigado a ir trabalhar na cidade, pois vive só com a mãe, que está doente e imersa em dívidas. Wei recusa-se a perder outro aluno, e parte em busca do menino, na esperança de que quando o professor titular retornar, não encontre nenhum a menos.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=3hpyvBXrXoc

 

Entre os muros da escola (Laurent Cantet, 2008)

François e os demais amigos professores se preparam para enfrentar mais um novo ano letivo. Tudo seria normal se a escola não estive em um bairro cheio de conflitos. Os mestres têm boas intenções e desejo para oferecer uma boa educação aos seus alunos, mas por causa das diferenças culturais – microcosmo da França contemporânea – esses jovens podem acabar com todo o entusiasmo. François quer surpreender os jovens ensinando o sentido da ética, mas eles não parecem dispostos a aceitar os métodos propostos.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=9EAdkrVbzjU

 

 

Capitão Fantástico (Matt Ross, 2016) drama norte-americano

Em meio à floresta do Noroeste Pacífico, isolado da sociedade, Ben (Viggo Mortensen), um devoto pai, dedica sua vida a transformar seus seis jovens filhos em adultos extraordinários. Mas, quando uma tragédia atinge a família, eles são forçados a deixar seu paraíso e iniciar uma jornada pelo mundo exterior – um mundo que desafia a ideia do que realmente é ser pai e traz à tona tudo o que ele os ensinou.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=YgRo_taGWPg

Jack Nicholson protagoniza filme que encerrará o mês do cachorro louco

 

Encerrando a programação do mês do cachorro louco, o projeto de extensão Cineclube UFGD apresentará o filme de terror Lobo (Mike Nichols, 1994), às 17h deste sábado (25), no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

O filme é estrelado por Jack Nicholson e Michelle Pfeiffer e venceu o Saturn Award como melhor roteiro. Conta a história do editor de revista Will Randall (Jack Nicholson) que foi despedido de seu emprego, ficando com o cargo o seu jovem protegido Stewart Swinton, que lhe traiu. Além de atingir Randall no trabalho, Swinton também havia tido um caso com a esposa dele. Mais tarde, dirigindo seu carro à noite, o completamente abalado Randall acaba passando por um estranho incidente, quando é mordido por um lobo. Ele não sabe a razão, mas depois disso ele começa a se sentir rejuvenescido, revitalizado e mais agressivo. Resolve então lutar para ter seu emprego de volta e quando consegue, se desforra de Swinton, despedindo-o. Mas suas mudanças não param por aí, e Randall percebe para seu horror que está se transformando num lobo. Ele acaba se envolvendo com a filha de seu patrão, a bonita Laura, que descobre o que se passa com ele e tenta ajudá-lo. Ao mesmo tempo, Swinton busca vingança e não deixará o casal em paz.

Jack Nicholson é ator, cineasta, produtor de cinema e roteirista norte-americano. Foi indicado ao Globo de Ouro sete vezes e ao Oscar doze vezes, sendo que ganhou o Oscar de melhor ator por duas: pelos filmes One Flew Over The Cuckoo’s Nest (Um estranho no ninho) de 1975, e As Good As It Gets (Melhor é impossível) de 1997. É um dos dois únicos atores que foi nomeado para um Oscar pela sua atuação em cada década desde os anos 1960 a 2000 (o outro é Michael Caine).

A sessão é aberta ao público e todos os sábados de agosto foram com filmes sobre lobisomens: “Um Lobisomem Americano em Londres” (dia 11) e “O Coronel e o Lobisomem” (18).

CINECLUBE
O Cineclube UFGD foi criado no início de 2009 por um grupo de servidores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) interessados em desenvolver o movimento cineclubista na Universidade. Atuando em Dourados (MS) desde então, o Cineclube faz exibições gratuitas e abertas ao público de filmes nacionais e internacionais todos os sábados à tarde, no cineauditório da Unidade 1.

 

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Cineclube UFGD exibirá “O Coronel e o Lobisomem” neste sábado

Dando continuidade a programação do mês do cachorro louco, o projeto de extensão Cineclube UFGD apresentará o filme brasileiro “O Coronel e o Lobisomem” (Maurício Farias, 2005), às 17h deste sábado (18), no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

A sessão é aberta ao público e todos os sábados de agosto serão com filmes de lobisomens. O primeiro foi “Um Lobisomem Americano em Londres”, dia 11, e o próximo será o filme Lobo (Mike Nichols, 1994), em 25 de agosto.
Em “O Coronel e o Lobisomem”, o coronel é Ponciano de Azeredo Furtado (Diogo Vilela) que herda as terras do pai, mas não consegue fazê-las produtivas. Ele luta contra seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Selton Mello), para manter sua herança, e tenta conquistar o coração de sua prima Esmeraldina (Ana Paula Arósio).

 

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O Cineclube UFGD foi criado no início de 2009 por um grupo de servidores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) interessados em desenvolver o movimento cineclubista na Universidade. Atuando em Dourados (MS) desde então, o Cineclube faz exibições gratuitas e abertas ao público de filmes nacionais e internacionais todos os sábados à tarde, no cineauditório da Unidade 1.

 

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Cineclube UFGD abre inscrições para o segundo semestre

O projeto de extensão Cineclube UFGD inscreve até 11 de agosto os interessados em participar das sessões de agosto a dezembro e receber certificado de atividade de extensão. Estudantes, servidores da universidade e também os membros da comunidade externa podem fazer a inscrição gratuitamente.

 

A programação para agosto celebra o mês do cachorro louco com a exibição de filmes marcantes sobre lobisomens. O primeiro será “Um Lobisomem Americano em Londres” (John Landis, 1981), neste sábado, 11 de agosto, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso).

 

David Kessler (David Naughton) e Jack Goodman (Griffin Dunne) são colegas de colégio, que vieram dos Estados Unidos para conhecer a Inglaterra. Pedindo carona nas estradas, eles chegam a uma pequena cidade. Lá vão ao bar, sendo friamente recepcionados pelos moradores locais. A situação piora ainda mais quando Jack pergunta o porquê do local ter velas e um pentágono na parede. Ao deixar o local, eles caminham por uma estrada deserta e enevoada. Logo percebem que um animal está cercando-os. Jack é então atacado por um enorme lobisomem, tendo seu corpo dilacerado. David foge, mas é também atacado. Ele fica apenas com cortes no rosto e nos ombros, o suficiente para que se transforme em um lobisomem.

 

Escrito e dirigido por John Landis, “Um Lobisomem Americano em Londres” é um filme britânico-estadunidense de 1981 dos gêneros horror e humor negro. Venceu o Oscar de melhor maquiagem e o prêmio Saturn Award, como melhor filme de horror de 1981. Depois de anos o filme continua com fãs, que o consideram um “cult” clássico.

 

Dando sequência à programação, em 18 de agosto será apresentado o filme brasileiro “O Coronel e o Lobisomem” (Maurício Farias, 2005) e em 25 de agosto o filme Lobo (Mike Nichols, 1994).

 

INSCRIÇÕES

Para inscrever-se basta enviar nome completo e telefone para o e-mail cineclube@ufgd.edu.br. O certificado será emitido para quem estiver nas sessões de 11 de agosto a 15 de dezembro, totalizando carga horária de 30 horas. A exibição e debate de filmes ocorrem sempre aos sábados, às 17h, no auditório da Unidade 1, localizada na Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso.

 

O período de inscrição é feito para conquistar pessoas que pretendem vir com maior frequência na programação. No entanto, qualquer pessoa pode participar das sessões esporadicamente, sem necessidade de inscrição, já que elas são abertas ao público.

 

O Cineclube busca ampliar a oferta de sala de cinema para a divulgação da produção local, nacional e latino-americana e é um projeto de extensão aberto a parcerias com outras entidades, organizações e movimentos com propósitos em comum.

 

 

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Curtas da ação Cineclubes Livres serão exibidos neste sábado

 

Em 14 de julho, sábado, o projeto de extensão Cineclube UFGD fará a exibição de seis curtas da 17ª Mostra do Filme Livre que fazem parte da ação independente Cineclubes Livres e foram produzidos em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais. A sessão começa às 17h e será realizada no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). O evento é gratuito e aberto ao público.

 

 

A Sessão Curtas Livres apresentará: Historiografia (Amanda Pó, 2017, SP); Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ); CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 2017, BA);  A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 2017, RJ); A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 2017, MG) e; Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 2016, BA).
 

A 17ª Mostra do Filme Livre aconteceu nos meses de abril e maio em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. A partir dos filmes premiados na Mostra foi elaborada a curadoria para a ação Cineclubes Livres, com previsão de promover mais de 170 exibições em todo Brasil.

 
Em Dourados, o Cineclube UFGD inscreveu-se para ser exibidor de duas sessões, sendo que a primeira ocorreu no último sábado (07), com o longa “Fernando” (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 2017, RJ).

O Cineclube Livres é a maior ação cineclubista em voga no país, há 11 anos levando filmes livres para mais gente Brasil adentro. De acordo com a organização da17ª Mostra do Filme Livre, o desejo é de, mais uma vez, expandir o alcance desse cinema vivo, que emerge à margem das leis de incentivo e do capital especulativo, livres na forma, livres no conteúdo, livres para fazerem suas pequenas revoluções.

A programação segue as melhores tendências da MFL#2018 com sessões que representam muito bem a dinâmica e multiplicidade da atual produção de cinema livre. O projeto da Mostra do Filme Livre nasceu no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil até hoje é o patrocinador do evento.
 

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SINOPSES

SESSÃO CURTAS LIVRES – O melhor da Mostra do Filme Livre de 2018

Duração da sessão: 57 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

 

Filmes:

Historiografia (Amanda Pó, 4min, 2017, SP) *este filme é mudo

Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ)

Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.

CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 7min, 2017, BA) *premiado

“Ando por mistério, vivo por mistério […] Nosso corpo é uma máquina, ou cuida ou sabe como é né?” Entre memórias da boate e relatos de resistências cotidianas; Tikal, importante personalidade do Recôncavo da Bahia, dança e afronta as normas.

 

A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 6min, 2017, RJ) *menção honrosa

Dois amigos, e a necessidade de fazer um filme sobre o cotidiano violento da favela aonde vivem.

A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 15min, 2017, MG) *menção honrosa
Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo-MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

 

Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 20min, 2016, BA) *premiado

“Talaatay Nder”, significa em língua Wolof “Terça feira de Nder”, é uma homenagem poética para as mulheres de Nder, na região do Walo, Saint-Louis, Senegal. Em 1820, as Rainhas de Nder, lutaram e escolheram o suicídio coletivo para escapar à escravidão e preservar a sua liberdade e dignidade. A história de Nder continua viva e atualiza-se na modernidade.

UFGD participa da ação independente Cineclubes Livres

 

Como parte da 17ª Mostra do Filme Livre, realizada nos meses de abril e maio em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, agora começa a ação independente Cineclubes Livres, com mais de 170 exibições em todo Brasil, nos meses de julho e agosto.

Dourados (MS) participa do evento com sessões no Cineclube UFGD, dias 07 e 14 de julho, às 17h, no cineauditório da Unidade 1 da UFGD (Rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso). Todos os interessados podem participar.

Serão exibidos gratuitamente filmes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais, distribuídos em duas sessões: Sessão Longa Livre e Sessão Curtas Livres. A Sessão Longa Livre será neste sábado (07), às 17h, com o filme “Fernando” (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 2017, RJ). Já a Sessão Curtas Livres será dia 14 de julho, com seis curtas: Historiografia (Amanda Pó, 2017, SP); Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ); CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 2017, BA);  A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 2017, RJ); A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 2017, MG) e; Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 2016, BA).

O Cineclube Livres é a maior ação cineclubista em voga no país, há 11 anos levando filmes livres para mais gente Brasil adentro. De acordo com a organização da17ª Mostra do Filme Livre, o desejo é de, mais uma vez, expandir o alcance desse cinema vivo, que emerge à margem das leis de incentivo e do capital especulativo, livres na forma, livres no conteúdo, livres para fazerem suas pequenas revoluções.

A programação segue as melhores tendências da MFL#2018 com sessões que representam muito bem a dinâmica e multiplicidade da atual produção de cinema livre. O projeto da Mostra do Filme Livre nasceu no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e o Banco do Brasil até hoje é o patrocinador do evento.
CONTATOS
cineclube@ufgd.edu.br
https://cineufgd.wordpress.com/
www.facebook.com/cineclubeufgd

 

SINOPSES

SESSÃO CURTAS LIVRES – O melhor da Mostra do Filme Livre de 2018

Duração da sessão: 57 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

 

Filmes:

Historiografia (Amanda Pó, 4min, 2017, SP) *este filme é mudo
Travessia (Safira Moreira, 5min, 2017, RJ)

Utilizando uma linguagem poética, Travessia parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras e assume uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.
CorpoStyleDanceMachine (Ulisses Arthur, 7min, 2017, BA) *premiado

“Ando por mistério, vivo por mistério […] Nosso corpo é uma máquina, ou cuida ou sabe como é né?” Entre memórias da boate e relatos de resistências cotidianas; Tikal, importante personalidade do Recôncavo da Bahia, dança e afronta as normas.

 

A paz ainda virá nesta vida (Isabella Geoffroy, Nícolas Bezerra, 6min, 2017, RJ) *menção honrosa

Dois amigos, e a necessidade de fazer um filme sobre o cotidiano violento da favela aonde vivem.
A retirada para um coração bruto (Marco Antônio Pereira, 15min, 2017, MG) *menção honrosa
Ozório é um senhor que vive sozinho onde o Judas perdeu as botas, na zona rural de Cordisburgo-MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio, enquanto vive o luto da sua companheira. Até que um movimento no céu quebra sua solidão.

 

Talaatay Nder (Chantal Durpoix, 20min, 2016, BA) *premiado

“Talaatay Nder”, significa em língua Wolof “Terça feira de Nder”, é uma homenagem poética para as mulheres de Nder, na região do Walo, Saint-Louis, Senegal. Em 1820, as Rainhas de Nder, lutaram e escolheram o suicídio coletivo para escapar à escravidão e preservar a sua liberdade e dignidade. A história de Nder continua viva e atualiza-se na modernidade.

 

SESSÃO LONGA LIVRE – Um longa, uma sessão e nada mais será o mesmo

Classificação indicativa: LIVRE

Fernando (Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela, 71min, 2017, RJ)

O filme revela a vida de um professor-artista com 74 anos no Brasil hoje. Fernando é provocado a interpretar a própria vida, mesclando realidade e ficção. Diante de um grave problema de saúde, ele segue uma rotina preenchida de projetos e desejos na arte. “Firmemente ancorado na tendência de um certo cinema contemporâneo de explorar as fronteiras entre as construções documentais e ficcionais de cena, o filme permite dar um passo a mais nesse caminho por conta da ocupação do seu protagonista, que vive cotidianamente não apenas a arte de encenar, como a de ensinar a atuar. Essa construção em espelhos é que dá ao filme um caráter único e diferente nesse contexto de produção e investigação audiovisual, atingindo momentos profundamente comoventes numa carta de amor ao ofício do ator” (Festival Internacional Olhar de Cinema 2017 – Curitiba).